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quinta-feira, 6 de março de 2014

Acessibilidade pode ser nicho para pequenas empresas


Mais de 45,6 milhões de brasileiros (24% da população) declararam ter alguma deficiência, segundo o Censo de 2010 do IBGE. Mesmo assim, essa parcela da sociedade carece de serviços e produtos. “Foque seu negócio na acessibilidade. E, se tiver outro negócio, foque na acessibilidade também”, enfatizou o educador Nelson Junior, consultor em acessibilidade, Libras e Braille, durante palestra na Terceira Feira do Empreendedor do Sebrae, em São Paulo.

Há mais de 20 o Brasil dispõe de uma lei que obriga grandes empresas a contratarem deficientes – o que ajudou essas pessoas a terem renda. “Cego compra e compra bastante. Estamos ganhando dinheiro, pois entramos no mercado de trabalho”, comenta o locutor de rádio Celso Bianchi Colette.

A empresária Patricia Tamani, que trabalha com impressão em braile há 12 anos, diz que sua área de atuação está crescendo. Um restaurante que oferece versão em braile do cardápio, por exemplo, fidelizará um cliente – e trará novos, pela propaganda boca a boca.

O instrutor de Libras Ademir Toledo Piza dá outro exemplo. Na sua área, o mercado está tão aquecido que faltam profissionais. Segundo ele, a Língua Brasileira de Sinais (Libras) é a segunda do país em número de usuários. “É uma questão de tempo. Vai ‘bombar’ daqui a três anos, o que é tempo suficiente para se especializar”, aposta Nelson Junior. “Professor de inglês não é mais luxo, mas de Libras, sim.”

“Muitos empreendedores pensam que investir em acessibilidade é gastar dinheiro e não vê como negócio”, analisa Nelson Junior. Um sinal disso era o próprio público do debate sobre acessibilidade na feira do Sebrae: o local tinha menos gente que outros ministrados no mesmo horário.

As áreas de atuação são muitas. Muitas empresas têm dificuldade de encontrar um profissional capacitado com deficiência, o que mostra que capacitação profissional para esse grupo é um nicho promissor. Estabelecimentos e instituições precisam ser adaptados, o que gera possibilidades para os setores de construção e de objetos relacionados à acessibilidade. Tradutores de libras e revisores de braile são profissionais requisitados, o que traz vantagens para quem estar no setor da Educação, por exemplo.
 “Além de você ter lucros, está colaborando com a acessibilidade”, diz Nelson Junior.
    

sexta-feira, 7 de fevereiro de 2014

A falta de acessibilidade dificulta o emprego de pessoas com deficiência




 Hoje em dia, existem inúmeros transportes coletivos que não são estruturados para receber passageiros com deficiência física. Entretanto, isso inclui o trem, os ônibus, metrô, além claro de ônibus privado para viagens, táxi e muito mais.

Entretanto, isso dificulta toda a rotina do cadeirante e também pode de fato afetar na hora de arrumar um emprego. Sem um bom serviço e acesso para o cadeirante em transportes públicos, fica difícil para as pessoas de deficiência física se locomover e arrumar um emprego que possui um raio de km. Vale ressaltar de que estamos priorizando o serviço CLT de empresas privadas e não serviços através de concursos públicos e entre outras entidades.

Muitas pessoas podem então não serem chamadas para um emprego desejado pelo o intuito da acessibilidade, ou seja, se o individuo mora longe – a empresa já sabe que será “um sacrifício” o empregado chegar ao destino final, trazendo problemas em questão de faltas e entre outros tópicos negativos.

Com isso, para mais informações e detalhes sobre a acessibilidade e as dificuldades das pessoas com deficiência na urbanização, fique ligado aqui no blog site Cidade Acessível e veja as melhores matérias, novidades em destaques, além de dicas e muito mais.

quarta-feira, 5 de fevereiro de 2014

10 Mitos mais Comuns na Contratação de Pessoas com Deficiência


Ao contratar pessoas com deficiência é comum se deparar com algumas crenças por parte de gestores e profissionais de RH

1 - Você já se deparou com algum deles?
2 - Pessoas com deficiência não possuem qualificação;
3 - Pessoas com deficiência apresentam problemas comportamentais;
4 - A contratação de pessoas com deficiência deve ser assistida;
5 - Para contratar um profissional com deficiência devo demitir outro sem deficiência;
6 - Funcionários com deficiência não podem ser demitidos;
7 - Pessoas com deficiência não são capazes de cumprir ou bater metas;
8 - Não posso cobrar desempenho de pessoas com deficiência;
9 - Não preciso promover pessoas com deficiência, pois estão apenas cumprindo cota;
10 - Pessoas com deficiência valorizam mais o trabalho do que profissionais sem deficiência;
11 - Contratar pessoas com deficiência exige alto investimento em acessibilidade.

Lembra de outros mitos sobre a contratação de pessoas com deficiência? Conte para a gente!

Fonte: blog isocial.

quinta-feira, 30 de janeiro de 2014

10 Ações que as Empresas devem Praticar para Contratar Pessoas com Deficiência


A seguir listamos práticas que contribuem para a contratação de pessoas com deficiência, tornando a empresa mais inclusiva e atrativa para estes profissionais e o ambiente de trabalho mais propício para aproveitar os benefícios da diversidade.

Sua empresa pratica uma ou mais ações dessa lista?

1 - Estruturar e implementar um Programa de Inclusão Institucional;
2 - Definir uma política para a contratação, promoção e retenção de pessoas com deficiência;
3 - Oferecer treinamento especializado aos colaboradores, profissionais de RH, gestores e liderança;
4 - Investir em acessibilidade e em tecnologias assistivas;
5 - Contratar pessoas com deficiência para todas as áreas e níveis da empresa;
6 - Contratar pessoas com deficiências diversificadas;
7 - Acompanhamento e suporte das pessoas com deficiência contratadas e dos respectivos gestores;
8 - Fornecer informações para todos da empresa sobre a empregabilidade de pessoas com deficiência;
9 - Identificar pontos de melhoria e aprimoramento do Programa de Inclusão;
10 - Apoiar e participar de ações da sociedade que tragam melhoria na qualidade de vida das pessoas com deficiência.

Você concorda com estas ações? Gostaria de acrescentar outras práticas importantes que as empresas devem adotar para Programas de Inclusão de sucesso e sustentáveis?

 Fonte: blog isocial

segunda-feira, 9 de dezembro de 2013

Comissão aprova destinação de 5% das vagas do FAT a deficientes

A Comissão de Trabalho, de Administração e Serviço Público aprovou no dia 13 de março proposta que destina 5% das vagas em programas de qualificação profissional financiados pelo Fundo de Amparo ao Trabalhador (FAT) a pessoas com deficiência.
O texto aprovado é o substitutivo do relator, deputado Eudes Xavier (PT-CE), ao Projeto de Lei 876/07, do Senado. No substitutivo, o relator apenas acrescenta que a destinação das vagas aos portadores de deficiência deverá ocorrer na forma estabelecida pelo Conselho Deliberativo do Fundo de Amparo ao Trabalhador (Codefat). O projeto altera a Lei 7.998/90, que institui o FAT.
Segundo o autor da proposta, o senador licenciado e atual ministro da Educação, Aloizio Mercadante, o Brasil possui um dos maiores contingentes de portadores de deficiência do mundo e uma das menores taxas de participação dessa população no mercado de trabalho.
Mercadante cita estudo que mostra que, no início da década de 90, o País contava com um contingente de 16 milhões de portadores de deficiência, dos quais apenas 180 mil empregados formalmente, ou seja, 1,13%. Em países desenvolvidos, conforme o ministro, o índice chega a 45%.
Segundo o relator, há normas constitucionais e infraconstitucionais de proteção às pessoas com deficiência no mercado de trabalho, que incluem reserva de vagas em concursos públicos e em empresas privadas. “Muitas vezes, porém, as vagas reservadas, principalmente no setor privado, não são ocupadas por faltar profissional qualificado para o exercício da atividade laboral”, salientou Xavier.
Tramitação 
O projeto, que já foi aprovado pela Comissão de Seguridade Social e Família, será analisado agora em caráter conclusivo pela Comissão de Constituição e Justiça e de Cidadania

domingo, 8 de dezembro de 2013

Cotas abrem mercado de trabalho para profissionais com deficiência

Problemas de qualificação e a falta de cumprimento de cotas travam acesso ao mercado de trabalho

O Brasil tem mais de 45 milhões de pessoas com algum tipo de deficiência. Desse total, quase 13 milhões possuem deficiência severa, segundo o Censo de 2010 do IBGE. O número, porém, não se reflete no mercado de trabalho. Aproximadamente 325 mil, ou menos de 1% dos mais de 44 milhões de trabalhadores com vínculo empregatício, são deficientes.

Desde 1991, o Brasil conta com uma lei, conhecida como Lei de Cotas (artigo 93 da Loas), que obriga as empresas com mais de cem empregados a reservar de 2% a 5% das vagas para pessoas com deficiência. Apesar disso, o país ainda está longe de ser um exemplo. Os obstáculos no cumprimento da lei passam pelo preconceito e a má vontade dos empregadores, dificuldades da própria empresa em se adaptar à regra e à falta de qualificação dos profissionais interessados.

LEI Nº 8.213, DE 24 DE JULHO DE 1991, lei de contratação de Deficientes nas Empresas.  Lei 8213/91, lei cotas para Deficientes e Pessoas com Deficiência dispõe sobre os Planos de Benefícios da Previdência e dá outras providências a contratação de portadores de necessidades especiais.

Art. 93 - a empresa com 100 ou mais funcionários está obrigada a preencher de dois a cinco por cento dos seus cargos com beneficiários reabilitados, ou pessoas portadoras de deficiência, na seguinte proporção:
- até 200 funcionários.................... 2%
- de 201 a 500 funcionários........... 3%
- de 501 a 1000 funcionários......... 4%
- de 1001 em diante funcionários... 5%

Educação deveria ser prioridade

A sugestão da deputada Rosinha da Adefal (PTdoB-AL), ela própria cadeirante, para o cumprimento da norma é aumentar as penalidades para quem não cumpre a Lei de Cotas. Hoje, a penalidade é de multa, que varia entre R$ 1,3 mil e R$ 132,9 mil.

- A legislação é avançada e serve de exemplo para países economicamente mais desenvolvidos que o Brasil, mas infelizmente ainda não é efetiva porque falta uma penalidade maior para quem deixa de cumpri-la – afirma a deputada.

Com esse intuito, a deputada Érika Kokay (PT-DF) apresentou o Projeto de Lei 5059/13, que eleva o valor das multas para R$ 6 mil a R$ 780 mil.

Também para o procurador do Ministério Público do Trabalho Flávio Gondim, não há necessidade de modificar a atual legislação:

- Há outros aspectos que precisam ser mais bem trabalhados: a acessibilidade, o acesso à educação. Tudo isso é entrave. O problema vem muito antes do momento de a pessoa com deficiência ingressar no mercado de trabalho.

Salários são baixos

Para o desembargador Ricardo Tadeu, a Lei das Cotas é apenas o começo da inclusão, porque as vagas ofertadas ainda estão longe do ideal.

- O Brasil conta hoje com 325 mil trabalhadores com deficiência, o que o destaca no cenário internacional. Todavia, as vagas são vagas de baixa remuneração, que acabam por desestimular as pessoas a buscar o mercado de trabalho – explica.

Um dos fatores de desestímulo é justamente a baixa remuneração. Hoje, pela Lei de Assistência Social (8.742/93), o deficiente desempregado cuja renda familiar seja inferior a um quarto do salário mínimo tem direito a um salário mínimo de benefício, mesmo que nunca tenha contribuído para o INSS. Ao conseguir o emprego, o deficiente perde o benefício. Desse modo, muitos preferem continuar desempregados e recebendo o salário mínimo a receber uma vaga com igual remuneração.

Fonte: zerohora.com

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