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terça-feira, 11 de fevereiro de 2014

O que é Catarata?


A catarata é uma opacidade do cristalino (lente natural do olho). Esse cristalino normalmente é transparente e atua como a lente de uma câmera, enfocando a luz conforme ela passa para dentro do olho.

Até que a pessoa tenha cerca de 45 anos, o formato do cristalino pode mudar. Isso permite que o cristalino concentre o foco em um objeto, não importando sua distância.
Conforme envelhecemos, as proteínas do cristalino começam a se degenerar e ele se torna opaco. O que o olho vê pode parecer turvo. Esse distúrbio é conhecido como catarata.

Fatores que podem acelerar sua formação:
* Diabetes
* Inflamação no olho
* Lesão no olho
* Histórico familiar de catarata
* Uso de corticoides (via oral) a longo prazo ou alguns outros medicamentos
* Exposição à radiação
* Fumo
* Cirurgia em função de outro problema oftalmológico
* Exposição excessiva a raios ultravioleta (luz do sol)

Como Tratar:

Os seguintes itens podem ajudar as pessoas que têm princípio de catarata:
  • Óculos melhores
  • Melhor iluminação
  • Lentes de aumento
  • Óculos escuros
Conforme a visão piora, talvez seja necessário fazer mudanças na casa para evitar quedas e ferimentos. 

O único tratamento para a catarata é a cirurgia para removê-la. A cirurgia será feita se você não conseguir realizar as atividades normais, como dirigir, ler livros ou ler a tela do computador ou da televisão, mesmo usando óculos. 

Se a catarata não incomodar, a cirurgia normalmente não será necessária. A catarata normalmente não prejudica o olho, então você poderá fazer a cirurgia quando for conveniente.
No entanto, algumas pessoas podem ter problemas oftalmológicos adicionais, como retinopatia diabética, que não podem ser tratados sem antes fazer a cirurgia de catarata.

Prevenção

A melhor prevenção é o controle das doenças que aumentam o risco de catarata e evitar a exposição a fatores que sabidamente promovem a formação de cataratas. 

Usar óculos escuros quando estiver ao ar livre durante o dia pode diminuir a quantidade de raios ultravioleta (UV) a que seus olhos são expostos. Alguns óculos de sol não filtram os raios UV prejudiciais. O oculista pode informar quais são os óculos que filtram mais raios UV. Para pacientes fumantes, deixar de fumar diminui o risco de cataratas.


Fonte: Site Minha Vida

sábado, 1 de fevereiro de 2014

O que é audiodescrição?


A audiodescrição (AD) é a narração sonora de cenas e imagens que permite a compreensão de elementos visuais, seja por pessoas cegas ou com baixa visão. Na televisão, por exemplo, deve ser possível acionar o recurso através do botão SAP (Programa Secundário de Áudio). A AD tem pouco mais de 30 anos no país, e deve ser garantida, conforme a Convenção sobre os Direitos das Pessoas com Deficiência, da ONU, seu acesso à informação e ao lazer, como cinema, teatro, museus e exposições, entre outros.

Apesar de pouco utilizado no Brasil, a AD é uma modalidade de tradução audiovisual estabelecida desde a década de 1970, em outros países, onde o recurso já foi testado, inserido e estabelecido sob regras técnicas de inserção e utilização. Deste histórico, podem-se levantar formas e possibilidades de inserção do recurso em todos os contextos de produtos audiovisuais brasileiros

Existe uma gama de elementos visuais não verbais que implicam em uma melhor interpretação da produção audiovisual, possibilitando a um espectador cego ou com baixa visão o pleno acesso a essas informações. A AD não é uma locução que descreve sons, textos e imagens, mas sim uma narração que transforma e destaca em palavras esses elementos visuais não verbais

É necessário, também, proporcionar diversão e lazer cultural com acessibilidade, justamente porque os recursos acessíveis são direitos legais das pessoas com deficiência, e portanto, deve ser garantido em quaisquer circunstâncias.

Um conjunto de iniciativas são promovidas por todo o país, mas a obrigatoriedade do recurso ainda é um problema. As ações permanecem tímidas por parte de toda sociedade na busca pela inserção.  É preciso tirar do papel esse direito, e pôr em prática mais de 30 anos de conhecimento e luta pela inclusão social de pessoas com deficiência visual.

 Fragmentos do texto retirados de: Usina da Inclusão

quinta-feira, 9 de janeiro de 2014

Urnas eletrônicas de todo o País terão áudio nas eleições de outubro





Já para as próximas eleições, o Tribunal Superior Eleitoral (TSE) vai modificar o software de votação das urnas eletrônicas. Com a mudança, todas as máquinas estarão aptas a liberar o áudio aos eleitores com deficiência visual.

A medida representa um avanço, já o eleitor não vai precisar avisar à justiça eleitoral sobre a condição física antes de votar. Conforme a presidente da Comissão de Acessibilidade do TRE, Magda Andrade, não vai haver motivo, em outubro, para que os votantes em condição de baixa visibilidade ou cegueira deixem de ir às urnas.

“O que acontece é que muitas pessoas não avisam o cartório eleitoral e acabam deixando de votar. Mas a partir de agora, o mesário poderá digitar um código que vai liberar o áudio na urna, que se encerrará logo após a confirmação do voto”, garante.

Os testes ainda não começaram, já que a Secretaria de Tecnologia de Informação do TSE segue implantando a tecnologia nas urnas de todo o Brasil. A decisão foi tomada pela Corte no fim do ano passado, após uma solicitação do TRE paulista.

O TRE gaúcho segue fazendo um levantamento sobre as condições dos prédios públicos destinados às zonas eleitorais. O mapeamento pode ajudar na realocação de votantes com deficiência física no próximo pleito.


Fonte: radio fandango

quarta-feira, 1 de janeiro de 2014

Professora cria método para ensinar desenho geométrico para cegos

Professora Ana Maria Miranda Peixoto, que dá aulas no Colégio Pedro II, fala do orgulho de contribuir para a inclusão dos jovens com deficiência


Professora Ana Maria e os alunos com deficiência visual
(Foto: Divulgação/Alessandra de Paula)
 Há seis anos, quando começou a dar aulas de desenho geométrico no Colégio Pedro II, a professora Ana Maria Miranda Peixoto se deparou com um desafio: como ensinar a matéria para o aluno cego que assistia às aulas? Diferente de outros educadores, que às vezes dispensam estudantes com deficiência, Ana criou um método para que o jovem aprendesse. O projeto deu tão certo que hoje ela coordena o Núcleo de Atendimento a Pessoas com Necessidades Educacionais Específicas e sente-se orgulhosa de ver o progresso dos alunos.

“Alguns professores não acreditam que os jovens cegos podem aprender ou não estão preparados para lidar com eles. Não há a menor diferença cognitiva entre os jovens que enxergam e os que não enxergam. Em relação ao raciocínio e memória, eles são até melhores, porque exercitam mais o cérebro. Atualmente temos 19 estudantes com deficiência, sendo 17 cegos, um autista e outro aluno com várias síndromes que provocam deficiência intelectual”, conta a professora.

Régua e compasso não são problemas para os alunos cegos do Colégio Pedro II
(Foto: Divulgação/Alessandra de Paula)

Na sala de recursos da Unidade São Cristóvão, onde a professora dá aula atualmente, os alunos com deficiência encontram materiais de apoio como impressores em braile, regletes (placas de metal que permitem escrever pontos em relevo), e o soroban, um instrumento milenar que auxilia no registro de cálculos matemáticos. “Nos vestibulares e no Enem (Exame Nacional do Ensino Médio) não aceitam o uso do soroban, achando que é uma máquina de calcular, e os alunos cegos acabam prejudicados. Na verdade, ele é só um ábaco, que  ajuda a registrar os números”, explica.

Ana, que aprendeu braile por causa dos alunos, sente orgulho de ter contribuído para mudar a vida dos jovens. “O primeiro aluno para quem dei aula, hoje está na faculdade de Direito da UERJ (Universidade do Estado do Rio de Janeiro) e a maior pontuação dele no Enem foi em geometria. Tem gente que saiu para fazer licenciatura, matemática, computação... Alunos atletas que ganharam medalhas em paraolimpíadas... Nós nos sentimos muito orgulhosos de participar do sucesso deles”, completa.

Fonte: Globo Educação


sexta-feira, 27 de dezembro de 2013

Missa em libras e rampas no altar levam acessibilidade a Alfenas, MG

Intérprete traduz celebrações para fiéis com deficiência auditiva.
Rampas foram construídas para cadeirantes e deficientes físicos.

Exemplos diferentes de acessibilidade são práticas constantes na Paróquia de São Sebastião e São Cristóvão em Alfenas(MG). As missas são traduzidas em libras, ou seja, na linguagem dos sinais. Além disso, rampas foram construídas na igreja e cadeirantes e deficientes físicos podem participar das missas e cerimônias na igreja.
O estudante Wladimir Batista é deficiente auditivo e depois que a tradutora Nathália Greck passou a atuar na paróquia, ele teve mais facilidade de compreender o significa do que é passado. “Ela traduz e eu consigo entender melhor as orações, as canções e isso aumentou minha fé”, disse para a professora, que traduziu.
Intérprete traduz missa em libras para fiéis (Foto: Claudemir Camilo/EPTV)Intérprete traduz missa em libras para fiéis
(Foto: Claudemir Camilo/EPTV)
Thamires Passos já frequentava a paróquia, mas antes da chegada da intérprete de libras, tinha dificuldades para entender as missas. “Agora eu consigo até mesmo aprender mais sobre a religião católica e sobre os santos”, comentou a estudante.
Ponto para a intérprete, que está satisfeita com o trabalho realizado. “Eu recebi o convite do padre André Aparecido da Silva e aceitei. No início as pessoas não entendiam o que eu fazia, o que é uma reação normal, mas com o tempo entenderam a necessidade de promover esse tipo de acessibilidade”, lembrou.
Para ele, as intervenções tornaram a igreja um espaço mais democrático e acolhedor. “Aqui as diferenças não excluem, elas aproximam”, completou.
A Paróquia recebeu então duas novas rampas do lado de fora e uma removível no altar, para que cadeirantes e deficientes físicos consigam participar ativamente das atividades da igreja, como a ministra da eucaristia, Áurea Alves. “Agora eu posso ajudar na comunhão, já que a cadeira de rodas recebeu uma adaptação para que eu possa distribuir o vinho”, disse.Entretanto, não apenas os deficientes auditivos que foram beneficiados pela acessibilidade. De acordo com o Censo do Instituto Brasileiro de Geografia e Estatística (IBGE) divulgado em 2012, pelo menos 23,9% de toda população do país tem algum tipo de deficiência e o padre, observando que alguns fiéis não podiam participar de todas as cerimônias por causa dos degraus resolveu adaptar a igreja.

terça-feira, 17 de dezembro de 2013

Entenda a receita dos seus óculos

Quando você vai ao médico oftalmologista e este te passa uma receita de óculos você consegue entender o que esta receita está dizendo? A comunicação entre o médico e a ótica (ou, mais precisamente, o ótico responsável pela ótica) é feita por códigos e linguagem que muitas vezes são inacessíveis a quem não é do ramo.

Então, vamos ensinar como entender uma receita de óculos.
A primeira coisa da receita é a identificação do nome e a data da prescrição. Isso é fundamental para comparações com exames futuros. Lembre-se de guardar todas as suas receitas de óculos antigas.
As siglas OD e OE significam olho direito e olho esquerdo respectivamente.

As receitas ficam divididas em duas partes: grau de longe e grau de perto.
Os números que aparecem antes da abreviação .esf (de esférico) vão significar o grau de miopia (se for um grau com o sinal negativo antes do número) ou de hipermetropia (se o sinal for positivo).
Resumindo: Esférico com sinal + é hipermetropia e com sinal - é miopia

O número que aparece antes da abreviação .cyl ou .cil (de cilindro) se refere ao grau de astigmatismo (em quem não tem astigmatismo esse campo ficará zero).
O grau de astigmatismo não é colocado em toda a superfície da lente mas só e um determinado eixo. Por isso, ao lado desse número aparece um outro número que determina o eixo do astigmatismo. Ele varia de 0 a 180 graus. No Brasil, esse grau de cilindro (astigmatismo) é sempre precedido de um sinal negativo (-).

O grau de presbiopia ou vista cansada, aparece na parte do grau de perto. Esse grau de perto é sempre somado ao grau de longe e é sempre precedido de um sinal positivo (+).
Em muitas receitas de óculos, esse grau vem após a palavra "adição" ou a abreviação .ad
Por exemplo, se uma pessoa tem +2,00 graus para longe (hipermetropia) e necessita de uma adição de +3,00 para perto, o seu óculos de perto vai ser de +5,00 (+2,00 + 3,00).
Agora, se o grau de longe for de -2,00 (miopia) e necessitar de +3,00 para ler de perto, o seu óculos será de +1,00 (-2,00 + 3,00). É uma simples operação matemática.
Alguns médicos já fazem essa soma na receita e outros só escrevem o valor da adição (que no exemplo acima foi +3,00).

Em uma outra parte da receita está escrito a palavra "prisma". Nessa parte, o médico colocará algum número se o paciente tiver algum grau de estrabismo ("vesguice") e for corrigir isso com óculos. Se não for o caso, essa parte da receita ficará em branco.

Além desse graus de miopia, hipermetropia, astigmatismo ou presbiopia existentes na receita, os oftalmologistas anotam um valor chamado DNP ou só DP. Essa sigla significa a distância entre as pupilas (ou distância pupilar) e é um dado muito importante na hora de montar os óculos. Alguns oftalmologista fazem essa medida na consulta mas outros preferem que o ótico faça essa medição na própria ótica.
Os médicos muitas vezes também anotam qual tipo de lente eles recomendam, seja pelo material (resina, policarbonato etc...) ou pelo fabricante.

O que é o grau?

Valor indica até onde se enxerga bem
Popularmente, chama-se de "grau" o poder de óculos e lentes de mudar o ponto de convergência dos raios de luz. Para os míopes, a conta é simples: grau = 1 / d, onde "d" é a distância em metros até onde a pessoa tem visão nítida. Alguém que só enxerga bem até 0,5 metro, por exemplo, precisa usar óculos de dois graus (1 / 0,5 = 2). Para a hipermetropia e o astigmatismo, o grau depende da capacidade do olho de se ajustar ao problema ou do plano que se enxerga com mais nitidez.

Lembre-se:

Sempre guarde suas receitas e leve elas ao médico quando for fazer novas consultas para verificar o grau.
Receita de óculos NÃO é receita de lentes de contato. Algumas informações para fazer as lentes de contato e o grau certo dessas lentes só são obtidas num teste específico para lente de contato



          Mundo Estranho

segunda-feira, 16 de dezembro de 2013

Você sabe a diferença entre miopia, hipermetropia e astigmatismo?

A diferença entre esses três problemas que atrapalham a visão está no lugar do olho em que os raios de luz convergem para formar a imagem. "Em uma pessoa normal, os raios de luz passam pela córnea, que é a primeira lente do nosso olho, e quando chegam à outra lente, a retina, eles convergem - ou seja, se juntam em um mesmo ponto para formar a imagem", diz o oftalmologista Canrobert Oliveira, do Hospital Oftalmológico de Brasília. Como você já deve estar adivinhando, esse processo não funciona direito com quem tem miopia ou hipermetropia. Os primeiros enxergam mal de longe, enquanto os hipermétropes sofrem para ver de perto. Quem tem astigmatismo não vê direito nem coisas próximas nem afastadas. Isso ocorre porque as linhas horizontais ou verticais que constituem uma imagem não se formam no lugar certo. "Se uma pessoa com astigmatismo tentar ver uma cruz, por exemplo, a linha vertical pode ficar bem em cima da retina, mas a horizontal se formará antes ou depois dela. O resultado é uma visão embaralhada", afirma outro oftalmologista, Joel Edmur Boteon, da Universidade Federal de Minas Gerais (UFMG). Para consertar cada um dos três defeitos, a chave é fazer os raios de luz convergirem no lugar certo, sobre a retina. Dá para fazer isso usando óculos e lentes de contato ou modificando a curvatura da córnea com uma cirurgia corretiva.

Fonte: Mundo Estranho - Abril

segunda-feira, 11 de novembro de 2013

Carro do Google é dirigido por cego

Tecnologia criada pela empresa faz papel de motorista graças ao uso de sensores, câmeras e sistema GPS


 Realmente o futuro já chegou, foi apresentado  pelo Google o carro que anda sozinho.
 A marca divulgou um vídeo que mostra  um Toyota Prius equipado com o sistema que  guia o veículo, leva uma uma pessoa que tem  95% da sua visão prejudicada para um passeio  sentado no banco do motorista. O trajeto foi  longo, com direito a pausas para um lanche em  um fast-foode retiradas de roupas em uma  lavanderia.
 Equipado com câmeras, sensores, GPS e muitos  outros sistemas de auxilio, o sistema, que ainda está em fase de testes para aprimoramento, consegue fazer manobras, andar pelas vias respeitando as regras de trânsito e chegar ao local desejado pelo condutor sem causar nenhum tipo de acidente. A tecnologia, no entanto, que começou a ser desenvolvida em 2010, ainda não tem previsão de lançamento.

Veja vídeo divulgado pelo Google:



Fonte: http://carros.ig.com.br 


quarta-feira, 6 de novembro de 2013

Empresa holandesa lança bengala para cego com sistema de navegação

Instrumento permite que usuário grave rota para repeti-la posteriormente. Um sistema tátil avisa sobre obstáculos e indica a direção correta.

                                                                     Foto: AFP Photo / ANP / Ferdy Damnan

A empresa holandesa I-Canelançou, nesta terça-feira (15), uma bengala para cegos com um sistema de navegação por GPS, segundo informações da "AFP". Com o instrumento, chamado "I-Cane Mobilo", o usuário pode registrar uma rota realizada para poder repeti-la outras vezes.

(Foto: AFP Photo / ANP / Ferdy Damnan)
Além disso, uma tecnologia de sensores avisa sobre obstruções no caminho ou mudanças no declive do solo. O usuário é informado sobre esses dados por meio de uma "seta tátil". Durante o percurso, o usuário mantém o dedo polegar sobre uma superfície onde uma seta, que pode ser sentida com a ponta do dedo, movimenta-se para indicar a direção correta a seguir ou a necessidade de desviar de algum obstáculo.

O CEO da empresa, Martijn van Gurp, destaca que, dessa forma, o sentido da audição permanece livre, "já que os sons desempenham um papel importante na orientação no trânsito". É possível ainda conectar o equipamento a um smartphone para ajudar o usuário a traçar rotas e armazená-las.

Segundo a empresa, pessoas cegas ou com a visão debilitada, além de organizações envolvidas na reabilitação desses grupos, estiveram involvidos no processo de criação do produto.

Fonte: Bem Estar

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