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terça-feira, 4 de março de 2014

Moysés-A286 - lançou disco solo “Deficiente Sim Coitadinho Não”


Será um disco inédito na história do rap nacional onde todas as faixas irão tratar do tema complexidade física, mas com as mais diversas formas de abordagens , relatando o universo de dificuldades  e lutas diárias que os cadeirantes enfrentam.

E ninguém melhor do que Moysés  para desenvolver esse trabalho, que não será somente mais um cd de rap nacional , mas sim uma forma de luta e protesto de cobrar  o poder público, já que segundo estimativas no Brasil há 24,5 milhões de portadores de deficiências, onde estão essas pessoas ? Em suas casa escondidas, esquecidas e entristecidas.

É preciso ter um olhar social para com esses brasileiros, que precisam ter sua auto estima resgatada, suas bandeiras de lutas erguidas e mais uma vez é o rap nacional que inova e trava de frente essa batalha através do Moysés A286.

Quando questionado sobre o disco o próprio rapper comenta “Reforcei e fortaleci parte de um protesto cantado por mim na música “SÓ QUEM CONVIVE SABE” letra que integra o CD A 286, Exército dos Excluídos”.

E nessa jornada  Moysés  não esta sozinho Convidei meu parceiro Maurício DTS a militar comigo a causa dos DEFICIENTES FÍSICOS de todo o Brasil. que é pai de “MAYCK” que também convive com a dura realidade da complexidade física na própria pele” .

“Nessa letra denunciamos o descaso da sociedade e a falta de informação da periferia que se traduz num conceito de que o DEFICIENTE é extremamente dependente, digno de dó, gerando um fator psicológico que ele é um ser contagioso, rebaixando a auto estima do mesmo fazendo com que ele construa um castelo triste e se tranque dentro de seu calabouço criando-se um drama que não é nada mais que uma diferença dentre muitas que compõem a sociedade, indiferença essa que gera preconceito até mesmo dentro do âmbito familiar” denuncia Moysés.

Fonte: www.rapnacional.com.br
 

sábado, 21 de dezembro de 2013

BB reduz juros de linha de financiamento de bens para pessoas com deficiência

Entre os produtos financiáveis estão: cadeiras de rodas, serviços de adaptação de veículos, órteses, próteses, entre outros



SÃO PAULO - O Banco do Brasil reduziu as taxas de juros da linha de crédito, BB Crédito Acessibilidade, modalidade de financiamento de bens e serviços de tecnologia para pessoas com deficiência. 
Desta maneira, para os clientes com renda até cinco salários mínimos, a taxa passou de 0,57% ao mês para 0,41% ao mês e para aqueles com renda entre 5 e 10 salários, a taxa caiu de 0,64% para 0,45%.
O financiamento pode ser de até 100% do valor do bem ou serviço, com limite máximo de até R$ 30 mil por pessoa e prestações debitadas diretamente na conta corrente. O prazo é de 4 a 60 meses e a primeira prestação pode ser paga em até 59 dias.
Segundo o Banco do Brasil, a linha de crédito alcançou mais de R$ 65 milhões em desembolsos este ano. Na comparação com o ano passado, houve um crescimento de 300%.
Entre os produtos financiáveis estão: cadeiras de rodas, serviços de adaptação de veículos, órteses, próteses, entre outros.

terça-feira, 3 de dezembro de 2013

O Sonho Realizado

Montenegro esta de Luto pela morte de
Claudimir, Um pessoa que sempre lutou
pelos mais necessitados. 
Hoje tínhamos diversos assuntos para comentarmos neste espaço, mas por obra do destino, que só Deus pode explicar, vamos falar do amigo, companheiro de partido e vereador em exercício Claudimir (Nênis), que nos deixou repentinamente no último sábado. Claudimir foi um grande batalhador pelas causas das pessoas portadoras de deficiência. Transformou a dor e o sofrimento provocados pelo acidente que sofreu quando tinha 28 anos de idade, na sua causa para ajudar outras pessoas com problemas semelhantes, a vencerem as barreiras impostas pelas dificuldades de locomoção e da transformação de uma sociedade que não atende as questões de acessibilidade. Criou e presidiu a ASSDEFO desde a sua fundação. Nênis foi sempre um lutador pelas causas da saúde, sobretudo o SUS – Sistema Único de Saúde, por esse atender pessoas de menor poder aquisitivo e que mais necessitam da intervenção do poder público. Era o atual presidente do Conselho Municipal de Saúde, vindo a falecer quando voltava de um encontro sobre saúde fora do município. Uma das suas lutas agora era resolver os problemas da falta de profissionais médicos na Secretaria Municipal de Saúde. Nesses 15 dias que Claudimir assumiu como Vereador, apresentou diversas proposições, dentre elas, requerimento de reunião com executivo municipal para tratar da construção da sede da ASSDEFO, e que está agendada para próxima quinta-feira. Usou a tribuna nas duas sessões que participou, sempre expressando suas ideias de forma clara e objetiva visando a melhoria nas condições de vida da sua comunidade. Fez muito em tão pouco tempo que foi vereador. O que nos conforta é saber que ele realizou o sonho de ser Vereador, mas não por vaidade pessoal, e sim, por que esse sonho era a oportunidade de defender as suas causas no legislativo municipal. E nós, com a consciência de que fizemos a nossa parte ao nos licenciarmos dando-lhe a oportunidade para que realizasse o seu sonho. Agradecer também ao ex-vereador e primeiro suplente Edgar Becker que abriu mão de assumir como Vereador em favor de Claudimir. Fica a lacuna da sua ausência, sua garra e sua vontade de ajudar o próximo, mas ficam também seus exemplos e ensinamentos, que temos a certeza, serão seguidos por todos nós, principalmente, por aqueles que defendem as suas causas.
Nossos sentimentos a família, e a certeza de que ele cumpriu sua missão com lealdade, dedicação e amor. Descanse em paz ao lado de Deus, amigo Claudimir, (Nênis).


Coluna do Vereador Renato Kranz no Jornal Ibiá de 03/12/2013 em homenagem a nosso querido amigo Claudemir que nos deixou no ultimo sábado.

Montenegro - RS, 03 de Dezembro de 2014

quarta-feira, 13 de novembro de 2013

Empresas de táxi podem ser obrigadas a ter 5% dos carros adaptados para cadeirantes

Empresas e cooperativas de táxi que operam com 20 ou mais veículos poderão ser obrigadas a adaptar pelo menos 5% de sua frota para pessoas com deficiência.
É o que determina o projeto de lei do Senado, que está na pauta da Comissão de Serviços de Infraestrutura na próxima quarta-feira (13).
O objetivo do projeto é permitir a cadeirantes embarcar e desembarcar do automóvel sem a necessidade de que sejam retirados de suas cadeiras de rodas.
O senador Sérgio Souza (PMDB-PR), autor da proposta, argumenta que os benefícios fiscais concedidos na aquisição de táxis devem ser revertidos à sociedade de alguma forma.
Na justificativa do projeto, ele acrescenta que os cadeirantes preferem fazer seus deslocamentos, sempre que possível, sem a necessidade de ajuda ou de retirada de suas cadeiras de rodas.
— Isso porque eles querem se sentir produtivos e capazes de gerir suas vidas sozinhos, como o restante da população. Nesse sentido, é importante que haja táxis adaptados para as peculiaridades desses brasileiros.
O projeto estabelecia inicialmente que apenas as empresas estariam sujeitas à obrigação de adaptar 5% da frota, mas o relator, senador Flexa Ribeiro, incluiu as cooperativas.
Ele lembra que em muitos municípios os serviços de táxi são prestados não apenas por permissionárias ou concessionárias, mas também por cooperativas formadas por condutores anônimos.
Fonte: r7 Noticias 

domingo, 13 de outubro de 2013

O que é ser cadeirante

Ser cadeirante é ter o poder de emudecer as pessoas quando você passa.
Ser cadeirante é não conseguir passar despercebido, mesmo quando você quer sumir! E ser completamente ignorado quando existe um andante ao seu lado. E isso não faz sentido, as pernas e os braços podem não estar funcionando bem, mas o resto está!
Ser cadeirante é amar elevadores e rampas e detestar escadas… Tapetes? Só se forem voadores, por favor! Ser cadeirante é andar de ônibus e se sentir como um “Power Ranger” a diferença é que você chega ao ponto e diz: “é hora de MOFAR”.
Ser cadeirante é ter alguém falando com você como se você fosse criança, mesmo que você já tenha mais de duas décadas.
Ser cadeirante é despertar uma cordialidade súbita e estabanada em algumas pessoas. É engraçado, mas a gente não ri, porque é bom saber que ao menos existem pessoas tentando nos tratar como iguais e uma hora eles aprendem!
Ser cadeirante é conquistar o grande amor da sua vida e deixar as pessoas impressionadas… E depois ficar impressionado por não entender o porquê do espanto.
Ser cadeirante é ter uma veia cômica exacerbada. É fato, só com muito bom humor pra tocar a vida, as rodas e o povo sem noção que aparece no caminho.
Ser cadeirante e ficar grávida é ter a certeza de ouvir: “Como isso
aconteceu?” Foi a cegonha, eu não tenho dúvidas! Os pés de repolho não são acessíveis! Ser cadeirante é ter repelente a falsidade. Amigos falsos e cadeiras são como objetos de mesma polaridade se repelem automaticamente.
Ser cadeirante é ser empurrado por ai mesmo quando você queria ficar parado. É saber como se sentem os carrinhos de supermercado! Ser cadeirante é encarar o absurdo de gente sem noção que acha que porque já estamos sentados podemos esperar, mesmo!
Ser cadeirante é uma vez na vida desejar furar os quatro pneus e o step de quem desrespeita as vagas preferenciais.
Ser cadeirante é se sentir uma ilha na sessão de cinema… Porque os espaços reservados geralmente são um tablado ou na turma do gargarejo e com uma distancia mais que segura pra que você não entre em contato com os outros andantes, mesmo que um deles seja seu cônjuge!
Ser cadeirante é a certeza de conhecer todos os cantinhos. Porque Deus do céu, todo mundo quer arrumar um cantinho para nós?
Ser cadeirante é ter que comprar roupas no “olhômetro” porque na maioria das lojas as cadeiras não entram nos provadores Ser cadeirante é viver e conviver com o fantasma das infecções urinárias. E desconfio seriamente que a falta de banheiros adaptados contribua para isso.
Ser cadeirante é se sentir o próprio guarda volumes ambulante em passeios pelo shopping Ser cadeirante é curtir handbike, surf, basquete e outras coisas que deixam os andantes sedentários morrendo de inveja. Ser cadeirante é dançar maravilhosamente, com entusiasmo e colocar alguns “pés-de- valsa” no bolso…
Ser cadeirante é ter um colinho sempre a postos para a pessoa amada… E isso é uma grannndeeee vantagem! Ser cadeirante (e mulher) é encarar o desafio de adaptar a moda pra conseguir ficar confortável além de mais bonita.
Ser cadeirante é se virar nos trinta pra não sobrar mês no fim do dinheiro, porque a conta básica de tudo que um cadeirante precisa… Ai… Ai… Ai… Essa merece ser chamada de Dolorosa.
Ser cadeirante é deixar um montão de médicos com cara de: “e agora o que eu faço” quando você entra pela porta do consultório… Algumas vezes é impossível entrar, a cadeira trava na porta…
Ser cadeirante é olhar um corrimão ou um canteiro no meio de uma rampa, ou se deparar com rampas que acabam em um degrau de escada e se perguntar: Onde estudou a criatura que projetou isso? Será mesmo que estudou?
Ser cadeirante é ter vontade de grudar alguns políticos em uma cadeira por um dia e fazer com que eles possam testar os lugares que enchem a boca pra chamar de acessíveis…
Ser cadeirante é ir à praia mesmo sabendo que cadeiras + areia + maresia não são uma boa combinação! Ser cadeirante é sentir ao menos uma vez na vida vontade de sentar no chão e jogar a cadeira na cabeça de outro ser humano.

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